PostHeaderIcon Os segredos das pessoas felizes

Não existe cosmético melhor para a beleza do que a felicidade, já alguém disse uma vez e com razão. Porque motivo você não encontra felicidade na sua vida? Já parou para pensar bem nisso? Quais os segredos das pessoas felizes, afinal?
Conheça aqui alguns:

1 – Recordo-me dos meus tempos de criança
Lembra-se quando brincava em criança? Aquelas brincadeiras como saltar à corda, jogar futebol na rua, o jogo das escondidas, por exemplo. Uma das maneiras de manter a nossa felicidade é recordar os nossos tempos de criança e brincar.

2 – Sou amável
Não há dúvida de que o nosso estado de ânimo melhora, só de assistirmos a puros atos de bondade, e aumenta a nossa vontade de praticar boas ações também. A bondade é contagiosa, e quando nos comprometemos a ser bondosos conosco próprios e com os outros, podemos experimentar uma maior alegria, felicidade e entusiasmo.

3 – Reparo no que está certo
Alguns de nós vêem metade do copo cheio, enquanto outros vêem metade do copo vazio. Na próxima vez que se encontrar preso numa fila de trânsito, pense nesse momento como perfeito para refletir sobre o seu dia. Aproveite essa pausa para se focar na solução de um problema, ou para fluir idéias. Na próxima vez que se encontre numa fila de supermercado, aproveite essa oportunidade para ler uma revista do stand, por exemplo. A ideia é aproveitar estes pequenos momentos que a vida nos fornece para se focar no que está bem para si naquela altura. Ao fim doa dia, estaremos mais contentes, em paz e felizes.

4 – Saboreio cada momento
Estar no momento é viver o momento. Pensamos demasiado no futuro, nas circunstâncias que nos transportaram até este momento nas nossas vidas, sem apreciar o “aqui e agora”. Quando saboreamos cada momento, estamos saboreando a felicidade das nossas vidas.

5 – Mexo-me!
Não há qualquer dúvida que o exercício físico, ou qualquer outra atividade física, eleva o nosso ânimo e melhora a nossa atitude positiva, para além de mlhorar a nossa auto-estima e auto-confiança. Uma das melhores maneiras de sermos mais felizes é, simplesmente, praticar exercício físico.

6 – Persigo os meus objetivos
A ausência de objetivos na nossa vida, ou a tendência para os evitar, faz-nos sentir estagnados, num ímpasse. A perseguição de objetivos nas nossas vidas pessoais, nas nossas relações, nas nossas carreiras, é a diferença entre ter uma vida medíocre e uma vida plena de paixão e entusiasmo. Persiga os seus objetivos e veja a sua felicidade aumentar.

7 – Encontro o meu propósito
Algumas pessoas encontram felicidade na religião ou espiritualidade, enquanto que outras encontram o seu propósito no trabalho ou nas relações. Encontrar o seu propósito pode ser muito mais do que simplesmente alcançar uma estratégia para aumentar a sua felicidade, mas ter um sentido de propósito – de sentir que todos estamos aqui por um motivo – pode ser, talvez, a maior alegria de todas.

(Baseado na tradução de um artigo do autor norte-americano, especialista na área do desenvolvimento pessoal e coaching, Alex Blackwell The 15 Timeless Secrets of Happy People.)

Sejam felizes!

PostHeaderIcon Você pode

“Se você pensa que pode, você pode. Se pensa que não pode, tem razão.”

Você pode curtir ser quem você é, do jeito que você for, ou viver infeliz por não ser quem você gostaria de ser.
Você pode olhar com ternura e respeito para si próprio e para as outras pessoas ou com aquele olhar de censura, que poda, pune, fere e mata, sem nenhuma consideração para com os desejos, limites e dificuldades de cada um, inclusive os seus.
Você pode amar e deixar-se amar de maneira incondicional, ou ficar se lamentando pela falta de gente à sua volta.
Você pode ouvir seu coração e viver apaixonadamente ou agir de acordo com o figurino da cabeça, tentando analisar e explicar a vida antes de vivê-la.
Você pode deixar como está para ver como é que fica ou com paciência e trabalho conseguir realizar as mudanças necessárias na sua vida e no mundo à sua volta.
Você pode deixar que o medo de perder paralise seus planos ou partir para a ação com o pouco que tem e muita vontade de ganhar.
Você pode amaldiçoar sua sorte ou encarar a situação como uma grande oportunidade de crescimento que a vida lhe oferece.
Você pode mentir para si mesmo, achando desculpas e culpados para todas as suas insatisfações ou encarar a verdade de que, no fim das contas, sempre você é quem decide o tipo de vida que quer levar.
Você pode escolher o seu destino e, através de ações concretas caminhar firme em direção a ele, com marchas e contramarchas, avanços e retrocessos, ou continuar acreditando que ele já estava escrito nas estrelas e nada mais lhe resta a fazer senão sofrer.
Você pode viver o presente que a vida lhe dá ou ficar preso a um passado que já acabou – e, portanto não há mais nada a fazer –, ou a um futuro que ainda não veio – e que, portanto não lhe permite fazer nada.
Você pode ficar numa boa, desfrutando o máximo das coisas que você é e possui ou se acabar de tanta ansiedade e desgosto por não ser ou não possuir tudo o que você gostaria.
Você pode engajar-se no mundo, melhorando a si próprio e, por consequência, melhorando tudo que está à sua volta ou esperar que o mundo melhore para que então você possa melhorar.
Você pode continuar escravo da preguiça ou comprometer-se com você mesmo e tomar atitudes necessárias para concretizar o seu plano de vida.
Você pode aprender o que ainda não sabe ou fingir que já sabe tudo e não precisa aprender mais nada.
Você pode ser feliz com a vida como ela é ou passar todo o seu tempo se lamentando pelo que ela não é.
A escolha é sua e o importante é que você sempre tem escolha.
Pondere bastante ao se decidir, pois é você que vai carregar – sozinho e sempre – o peso das escolhas que fizer.

PostHeaderIcon Uma mulher mamãe

(Letícia Thompson)

Uma mãe é, antes de tudo e nada, uma mulher. Muitos se esquecem disso. E se esquecem tanto, que no fim das contas ela acaba se esquecendo também.

Uma mãe foi primeiro uma menina. Brincou de boneca, de casinha e de roda. Usou trança, subiu em árvores, foi moleca, se apaixonou, brigou, se revoltou… se tornou mulher aos poucos, à custa de tropeços e degraus… até descobrir o desejo de maternidade, que nasceu nela com uma força tal que ela pôde ser capaz de se esquecer de si mesma para dar lugar a esse desejo.

E com a vinda do filho, a mulher deixa aos poucos, aos próprios olhos e aos olhos de todos, de ser mulher em essência, ela torna-se “mãe.” Uma marca para o resto da vida. Mas, em nós, sabemos que uma coisa não anula a outra.

Mesmo se temos outras obrigações, coisas a mais na nossa vida, continuamos sendo antes de tudo mulheres. Muitos maridos não entendem isso. Por isso às vezes depois da chegada dos filhos procuram outras mulheres, pois a que têm em casa é a mãe.

Filhos também não entendem isso. Ou raramente. Para eles, mãe não é mulher, é mãe. A mãe dos outros pode até ser mulher, mas não a própria.

Portanto, dentro de nós existe uma princesa que nunca vai morrer; existe uma moça que se encanta e corre o risco de se apaixonar; existem emoções que podem não estar necessariamente ligadas à família. Existem os sonhos, vontade de ser amada e desejada como fêmea.

Os homens que não entendem o porquê de uma mulher não gostar de receber coisas para a casa em ocasiões especiais, esses se esqueceram ou nunca souberam completamente o que é uma mulher.

Para se agradar uma mulher, é preciso tocar fundo no seu coração. Penso que é difícil se sentir tocada quando se recebe coisas que só fazem com que nos lembremos que existimos para lavar, passar, cozinhar e educar os filhos. Porque mulher é muito mais que isso. Mais que parideira, lavadeira e tantos eira. Mais que santa. Uma mulher é simplesmente um ser humano e o que mais deseja é ser tratado como tal.

Uma mulher, mãe ou não, é uma jóia que, se lapidada e cuidada carinhosamente, como se deve, encanta e enriquece a vida de qualquer pessoa.

PostHeaderIcon O Amor de Verdade

(Sílvia Schmidt)

Só com o amor de verdade a gente se sente à vontade: não é preciso fazer tipo, tomar cuidado com o que fala nem fazer grandes malabarismos para conservá-lo. O amor de verdade é auto-conservante.

Assim como alguns tipos de fornos, o amor de verdade é também auto-limpante. Ele não retém poeiras do passado, ele perdoa, conserva-se limpo e – a melhor de suas qualidades! – não é escorregadio, não provoca tombos nem ferimentos.

O amor de verdade não exige roupas de marca, dispensa gravatas, barba bem feita, cabelos arrumadinhos e sufocantes maquilagens.

Por incrível que pareça, o amor de verdade dispensa até banho!
Ele não faz questão de perfume: o cheiro do ser amado é sempre o melhor, o mais gostoso de sentir.

O amor de verdade não entra em sua vida porque você é do tipo magro ou gordo: ele não usa balança para escolher um limite de peso. Ele não vê gordura, ele não vê ossos!

Ele também não escolhe idade. Números, para ele, são detalhes insignificantes, rugas ou “pneuzinhos” ele não conhece nem de ouvir falar.

O amor de verdade vai além da aparência, da condição social, do poder aquisitivo, das afinidades e das convenções do mundo. Ele está acima disso tudo!

Ele permite que sejamos quem de fato somos, não é exigente, não cobra, não faz chantagens, não compara nem abandona.

Por ser de verdade, ele se basta, é auto-suficiente e, com ou sem a presença do ser amado, ele se mantém ali, como um cão fiel à espera do seu dono. Ele nunca vai embora.

É difícil para um ser comum entender o amor de verdade. Só pessoas muito especiais e sensíveis são capazes de reconhecê-lo e, se um ser comum der de cara com o amor de verdade, poderá ter até a mesma reação que teria ao ver um OVNI (objeto voador não identificado).

Dê mais uma espiadinha nas qualidades aqui relatadas. Há muito mais a dizer sobre o amor de verdade, mas isso se estenderia pela eternidade.

Se para você há alguém que se mostra assim, você encontrou o que a maioria chama de impossível: o amor de verdade está em sua vida!

PostHeaderIcon Saudade


A palavra “saudade” é um exemplo da complexidade da língua portuguesa. Existe, em todas as línguas, um equivalente para essa palavra: “sinto sua falta”. Os brasileiros, porém, sabem que sentir falta não é o mesmo que sentir saudade. Dessa forma, é um privilégio haver em nossa língua tão bela palavra, que nos permite materializar tão sublime sentimento.

O objeto da saudade pode ser uma pessoa, um local, ou mesmo idéias e acontecimentos. Sentimos saudades dos amigos, dos parentes, da pessoa amada, de casa, do cachorro, do dia da formatura. Mais do que sentir falta, saudade expressa um sentimento de perda e de satisfação. É uma dualidade, embora difícil de se definir: lamenta-se o que está longe e, ao mesmo tempo, se agradece nostalgicamente por ter estado perto.

Não há como definir a saudade sem apelar à poesia e à emoção. Afinal, saudade é sentimento, e não se pode definir com exatidão e palavras concretas a sua essência. Os poetas brasileiros sempre souberam expressar muito bem a saudade.

Gonçalves Dias cantou a saudade da pátria ao escrever, no século XIX, o poema Canção do Exílio, quando estava na Europa: “Minha terra tem palmeiras, / onde canta o sabiá; / as aves que aqui gorjeiam, / Não gorjeiam como lá”.

Casimiro de Abreu, quando teve saudades do Brasil, escreveu um poema também chamado Canção do Exílio: “O país estrangeiro mais belezas / Do que a pátria não tem / [...] Dá que eu veja uma vez o céu da pátria, / O céu do meu Brasil!”.

Ao recordar a infância em Meus Oito Anos, Casimiro versejou: “Oh! Que saudades que tenho / Da aurora da minha vida, / Da minha infância querida / Que os anos não trazem mais!”.

Cecília Meireles compôs primorosos versos em Murmúrio: “Traze-me um pouco da tua lembrança, / aroma perdido, saudade da flor! / – Vê que nem te digo – esperança! / – Vê que nem sequer sonho – amor!”.

30 de janeiro – Dia da Saudade